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Exportar Artesanato

 Vantagens provenientes do processo exportador:


Ao exportar estamos promovendo o setor artesanal de atividade meramente de subsistência para uma atividade profissional rentável para o artesão. Nesse sentido, o Governo Federal tem criado órgãos e entidades em todos os estados da federação, exatamente com o objetivo de apoiar o setor exportador. O PAB - Programa do Artesanato Brasileiro, tem como função coordenar, e não centralizar, todas as ações para o desenvolvimento do setor artesanal. Tem dado suporte ao Serviço Brasileiro de Apoio à Micro, Pequena e Média Empresa - SEBRAE e tem estabelecido excelentes parcerias com a APEX-Brasil - Agência de Promoção de Exportações, Banco do Nordeste Brasileiro, Banco do Brasil, Correios etc.

 


Promover a entrada de dólares para o Brasil.

 


O maior valor agregado do produto artesanal é a sua marca cultural original. E é isso que o mercado internacional tende a valorizar: produtos com inspiração étnica. É a valorização da arte popular.

 


Agora que somos exportadores e temos também clientes fora do Brasil, mesmo que haja uma redução das vendas aqui dentro do Brasil, continuaremos com nossos importadores, que permitirão que continuemos a ganhar dinheiro.

 


Teremos clientes em vários países: Estados Unidos, Itália, Portugal, China, Argentina, Alemanha etc.

 

 


Você será conhecido fora do Brasil.

 


A habilidade manual do artesão, adquirida pela prática cotidiana do ofício, pode e deve ser sempre aperfeiçoada sem, contudo, torná-la um exercício mecânico desprovido de criatividade. Por isso, o aprimoramento técnico é imprescindível na profissionalização do trabalhador e pode ser realizado a todo momento pelo artesão.

Embora não haja uma definição precisa para barreira comercial, esta pode ser entendida como qualquer lei, regulamento, política, medida ou prática governamental que imponha restrições ao comércio exterior.

Há duas categorias mais comuns de barreira, quais sejam: barreiras tarifárias, que tratam de tarifas de importação, taxas diversas e valoração aduaneira; e barreiras não-tarifárias, que tratam de restrições quantitativas, licenciamento de importação, procedimentos alfandegários, medidas de antidumping, compensatórias e medidas sanitárias e fitossanitárias. Dentre essas últimas encontram-se as barreiras técnicas, que são mecanismos utilizados com fins de protecionistas.

É importante observar que as barreiras técnicas podem ocorrer devido à falta de transparência das normas e regulamentos ou, ainda, pela imposição de determinados procedimentos morosos ou dispendiosos para avaliação de conformidade. É fundamental, pois, a identificação sistemática e atualizada das barreiras existentes para cada mercado importador, a fim de que medidas possam ser adotadas para impedir que estas causem entraves ao comércio exterior.

Nos sites do Inmetro e da SECEX - Secretaria de Comércio de Exterior você encontrará informações detalhadas sobre este assunto, que, sem dúvida, o ajudarão na hora de identificar os melhores mercados para seus produtos. O Inmetro, inclusive, presta um serviço de consulta on line.


Por apresentar características de produção peculiares em relação a outras atividades manufatureiras, o artesanato, quando avaliado em sua dimensão econômica, é identificado pela precariedade em que seu modo de produção está assentado, desde o início do processo, com a compra da matéria-prima, até a comercialização do produto final.

 

Antes de começarmos a exportar, precisamos lembrar que, além da nossa produção para o mercado interno, teremos que atender, também, à demanda internacional. Isso requer que organizemos o nosso DEPARTAMENTO DE EXPORTAÇÃO, cujas atividades poderão ser gerenciadas pelo próprio artesão ou por outra pessoa que detenha conhecimentos de operacionalização do negócio. Órgãos como APEX - BRASILSEBRAEBanco do NordesteBanco do Brasil e outros, poderão acompanhar todo o processo de produção e oferecer suas assessorias técnicas naquilo que for necessário.


 

 

 


É aconselhável que se inicie a exportação com pequenos volumes, pois o artesão necessitará de um tempo para adquirir experiência e tornar seus produtos conhecidos internacionalmente. Você deve se dedicar com muito carinho ao primeiro pedido (lembre-se que um pedido puxa outro!) e, a partir daí, criar uma rotina de trabalho.

 


Chama-se de negociação à fase que vai desde os primeiros contatos com o importador até o final do fechamento do negócio.

Normalmente esse contato com o importador está dividido em duas fases:

 


Podemos fazer com que nosso produto chegue ao conhecimento do nosso importador de várias maneiras, dentre elas:

 


É justamente nesta fase, que começarão as dificuldades do nosso pequeno empresário-artesão, pois aqui será necessário conhecimentos específicos sobre a operacionalização do comércio exterior. (toda esta fase está facilitada pelo uso da DSE - Declaração Simplificada de Exportação e do Simplex).

O produto final, desse contato de cotação preliminar, deverá ser todo materializado em um documento chamado Fatura Pro Forma ou Pro Forma Invoice.

Esse documento vai espelhar todo o nosso ../aprendex: forma de pagamentoIncoterms ajustado, prazo de envio da mercadoria; NCM do produto, características da embalagemtributospreço de venda, validade do produto, certificados de origem, quantidades máximas e mínimas, peso, volume, fontes de referências.

Depois de fechado esse documento, naturalmente nascerá o pedido de compra do importador, que deverá ser atendido conforme negociações preliminares.

 

O que é exportação direta?

Exportação direta é aquele em que o exportador conduz todo o processo de exportação: desde os primeiros contatos com o importador até a conclusão da operação de vendas.

Embalagem
Frete e Seguro
Seguro de Crédito
Despacho Aduaneiro 
Exporta Fácil
Internet / E-commerce


A preparação da mercadoria para a exportação merece especial atenção do artesão. Quando não embalada corretamente, a mercadoria exportada, normalmente, chega ao seu destino com as mais diversas avarias, gerando prejuízos tanto para o artesão quanto para o cliente, mas, principalmente, para o Brasil, que possui uma reputação a zelar.

O objetivo básico de qualquer embalagem é o de garantir ao produto a proteção necessária, a fim de preservá-lo de todos os estragos e diferentes riscos a que ficará exposto, durante a estocagem, transporte e distribuição, para que finalmente chegue ao destino final em condições satisfatórias de venda. Por isso, muitas vezes, a embalagem usual para vendas no mercado interno pode ser inadequada quando destinada ao mercado externo.

O produto artesanal deve ser embalado para garantir um transporte seguro, desde o fabricante até o consumidor final.

A escolha da embalagem mais apropriada para o transporte da mercadoria depende de fatores como o custo, percentual de perdas por danos e o prêmio cobrado pela seguradora, além, é claro das exigências do importador ou das normas vigentes no país do mesmo.


  • Meio de transporte a ser utilizado;
  • A forma de transporte (se em contêineres, caixas de madeira ou papelão, etc.);
  • Peso dos materiais utilizados no empacotamento;
  • E, principalmente, as orientações recebidas do importador quanto às condições de desembarque da mercadoria no porto de destino.



 



A insatisfação do importador com o tipo de embalagem utilizada pode afetar negativamente suas vendas futuras.

Caso não receba orientações específicas do importador, o exportador deve estar atento para as normas vigentes em determinados países quanto ao uso de materiais recicláveis nas embalagens ou quanto à necessidade de sua devolução ao país do exportador.


  • Traçar o roteiro de viagem que o produto seguirá, de sua origem até seu destino final;
  • Levar em conta o sistema por meio do qual o produto deve ser transferido, em termos de: tempo, distância, condições de estocagem, prováveis métodos de manuseio, números de movimentações durante o transporte.
  • Contabilizar os riscos a que estará sujeito seu produto:
    • Compressão;
    • - Impacto e choques;
    • - Vibrações;
    • - Variações climáticas.
  • Evitar usar caixas muito grandes em relação ao conteúdo ou 
    muito frágeis para o peso que devem suportar.



 



O maior risco de avarias se apresenta toda vez que o item é carregado para um veículo de distribuição, descarregado na loja ou depósito, colocado dentro de um container para transportar, e depois manuseado durante a entrega para o consumidor final.


Quando as estradas são esburacadas, prejudicando o transporte, uma maior proteção contra impactos torna-se necessária.

A compressão ocorre toda vez que outros itens embalados são empilhados. Eles podem ser empilhados em duas, três ou mais camadas até o alto de um depósito ou veículo. Algumas vezes, o veículo ou depósito contam com um estrado para suportar o peso dos artigos empilhados. Contudo, isto nem sempre acontece, e se houver qualquer possibilidade de que eles sejam comprimidos, tal fato deve ser levado em consideração quando a embalagem para transporte estiver sendo projetada.

 

 



A aparência de um produto quando desembalado é fundamental para a satisfação do cliente.

Para saber mais, clique aqui

 

Clique aqui para saber mais sobre frete e seguro na exportação.

 

Clique aqui para saber mais sobre seguro de crédito na exportação.

 

Clique aqui para saber mais sobre despacho aduaneiro na exportação.


 

O objetivo do Exporta Fácil é simplificar os processos postais e alfandegários.

O Exporta Fácil, é uma linha de serviços destinada a pessoas jurídicas ou físicas que desejam expandir seus negócios, pelo uso da exportação como saída para: reduzir a dependência das vendas internas; aumentar a produtividade; diminuir a capacidade ociosa; aprimorar a qualidade dos produtos ofertados; qualificar a mão-de-obra; divulgar e consolidar a marca e preparar a empresa para defender o seu espaço no mercado local, constantemente atacado por concorrentes internacionais.

Clique aqui para saber mais sobre o Exporta Fácil dos Correios.

 

O E-Commerce,

ou comércio eletrônico, é a prática de negócios online, ou seja, é uma loja virtual, que tem na informação digitalizada a força do seu negócio.

Para que o exportador tenha sucesso com essa modalidade de negócios, é preciso que a empresa crie um projeto de E-Commerce que garanta a seus clientes segurança, rapidez e confiabilidade em suas compras digitais.

Além de um site bem estruturado e bonito, você deverá se preocupar com a Publicidade Editorial e com a efetivação dos Negócios Digitais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Negócio Digital é mais um canal de comunicação com seus clientes, representantes, fornecedores, distribuidores, governos etc.

O cliente, ao consultar uma loja virtual, espera efetuar suas compras de forma ágil e eficiente.



A internet tem-se consagrado como um dos fenômenos de maior crescimento no campo das comunicações em todo o mundo, transformando-se num veículo de baixo custo para a publicidade, a comercialização e a comunicação entre comerciantes de todo o mundo.

A maioria das empresas tem utilizado a internet para promover seus produtos por meio da publicação de folhetos eletrônicos e divulgação dos mesmos via "sites" ou correio eletrônico.

Segundo dados da UNCTAD/OMC, estima-se que há, no mundo, aproximadamente de 100 a 120 milhões de usuários de Internet, sendo 48% americanos e 24% europeus, E a internet tem sido um instrumento ágil e flexível de acesso a esse mercado. O Correio Eletrônico tem sido o canal de correspondência entre os seus usuários. A prática de negócios artesanais, via internet, ainda é insignificante. O comércio eletrônico ainda não conseguiu suprir a necessidade que os compradores de artesanato têm de um contato mais próximo com o produto artesanal, da necessidade atenta do exame visual, verificando toda a criação artesanal e outras formas de exame, advindas do contato físico.

Sabe-se que a tendência da utilização da internet como instrumento de comunicação e comercialização internacional de artesanato tende a crescer e inevitavelmente, num futuro bem próximo.

O setor artesanal não pode desconhecer a existência da internet, que está substituindo os meios tradicionais de realização de negócios, principalmente porque os principais mercados importadores se encontram nos países desenvolvidos, que utilizam a internet como ferramenta de busca de informações decisivas no fechamento de seus negócios.

Não obstante toda essa expectativa de prosperidade empresarial, o setor artesanal deve atuar com cautela ao utilizar a internet, pois ainda existem inquietudes quanto à segurança e a privacidade das informações transmitidas via internet, mas algumas empresas possuem sistemas particulares de segurança na transmissão e captação de dados.



Pouco a pouco, o correio eletrônico está substituindo uma das formas mais tradicionais de se fazer negócios. Ele é 100 vezes mais rápido que as transmissões por fax, reduz o consumo de papel e seu preço equivale ao de uma chamada telefônica local.

Uma empresa pode divulgar e descrever seus produtos via correio eletrônico, seus clientes podem formular os pedidos de compra e pagar tudo eletronicamente. Todo o processo é feito com rapidez e eficácia, sem importar a localização geográfica ou o fuso horário do seu importador.

 

O E-Commerce, ou comércio eletrônico, é a prática de negócios online, ou seja, é uma loja virtual, que tem na informação digitalizada a força do seu negócio.

Para que o exportador tenha sucesso com essa modalidade de negócios, é preciso que a empresa crie um projeto de E-Commerce que garanta a seus clientes segurança, rapidez e confiabilidade em suas compras digitais.

Além de um site bem estruturado e bonito, você deverá se preocupar com a Publicidade Editorial e com a efetivação dos Negócios Digitais.

 

 

O Negócio Digital é mais um canal de comunicação com seus clientes, representantes, fornecedores, distribuidores, governos etc.

O cliente, ao consultar uma loja virtual, espera efetuar suas compras de forma ágil e eficiente.



A internet tem-se consagrado como um dos fenômenos de maior crescimento no campo das comunicações em todo o mundo, transformando-se num veículo de baixo custo para a publicidade, a comercialização e a comunicação entre comerciantes de todo o mundo.

A maioria das empresas tem utilizado a internet para promover seus produtos por meio da publicação de folhetos eletrônicos e divulgação dos mesmos via "sites" ou correio eletrônico.

Segundo dados da UNCTAD/OMC, estima-se que há, no mundo, aproximadamente de 100 a 120 milhões de usuários de Internet, sendo 48% americanos e 24% europeus, E a internet tem sido um instrumento ágil e flexível de acesso a esse mercado. O Correio Eletrônico tem sido o canal de correspondência entre os seus usuários. A prática de negócios artesanais, via internet, ainda é insignificante. O comércio eletrônico ainda não conseguiu suprir a necessidade que os compradores de artesanato têm de um contato mais próximo com o produto artesanal, da necessidade atenta do exame visual, verificando toda a criação artesanal e outras formas de exame, advindas do contato físico.

Sabe-se que a tendência da utilização da internet como instrumento de comunicação e comercialização internacional de artesanato tende a crescer e inevitavelmente, num futuro bem próximo.

O setor artesanal não pode desconhecer a existência da internet, que está substituindo os meios tradicionais de realização de negócios, principalmente porque os principais mercados importadores se encontram nos países desenvolvidos, que utilizam a internet como ferramenta de busca de informações decisivas no fechamento de seus negócios.

Não obstante toda essa expectativa de prosperidade empresarial, o setor artesanal deve atuar com cautela ao utilizar a internet, pois ainda existem inquietudes quanto à segurança e a privacidade das informações transmitidas via internet, mas algumas empresas possuem sistemas particulares de segurança na transmissão e captação de dados.




Sua exportação não termina com o recebimento do pagamento. É necessário encantar e surpreender positivamente o seu cliente, dizem os marqueteiros.

Envie e-mail de agradecimento ao fechar os seus negócios e mantenha uma correspondência regular com o seu cliente, fortalecendo os laços comerciais.

O posicionamento dos seus clientes quanto aos seus produtos e desempenho da empresa serve como subsídio para melhorias contínuas, desenvolvimento de novos produtos e aguçamento do senso de observação e de oportunidades comerciais.

Pouco a pouco, o correio eletrônico está substituindo uma das formas mais tradicionais de se fazer negócios. Ele é 100 vezes mais rápido que as transmissões por fax, reduz o consumo de papel e seu preço equivale ao de uma chamada telefônica local.

Uma empresa pode divulgar e descrever seus produtos via correio eletrônico, seus clientes podem formular os pedidos de compra e pagar tudo eletronicamente. Todo o processo é feito com rapidez e eficácia, sem importar a localização geográfica ou o fuso horário do seu importador.

O fechamento de câmbio é uma fase muito importante no processo de exportação, pois é nesse momento que ocorrerá a venda para o banco, por parte do exportador, da moeda estrangeira resultante da operação de exportação.

Fechar o câmbio significa:

• negociar as divisas obtidas com a instituição financeira escolhida, a uma determinada taxa de câmbio;

• entregar, em data fixada, os documentos comprobatórios da exportação.

Obs.: A definição do momento mais apropriado para o Fechamento de Câmbio depende da necessidade de recursos financeiros para a elaboração do produto a ser exportado, da taxa de juros nominal vigente e da expectativa de alterações na taxa de câmbio, entre a data escolhida para o fechamento e a data da liquidação do contrato de câmbio.

Clique aqui para maiores informações sobre aspectos cambiais na exportação.

Fluxograma de exportaçao

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